terça-feira, novembro 07, 2017

PARA DRUMMOND E CHOPIN


Uma pedra no caminho
Tantas pedras
Bilhões, trilhões de anos
Pó espalhado por toda a terra

Gravador de eras
Que misteriosamente a mão divina foi juntando
Presente nos caminhos do poeta...
Escultura, casas de bichos, esconderijos,
Caminhos...
Delicados caprichos, adornos...
Que guardam em estado latente, a vida
Escondida desde o mais profundo dos oceanos...
Conduzidas pela delicadeza da lida, a
Natureza esculpida
Tudo transforma e embeleza...
As pedras...
Tantas pedras
Representando Chopin frente a Urca
Talvez compondo... O som das águas
Que vão ao encontro delas...

Maris

2 comentários:

Unknown disse...

Adorei o poema! Mostra que as pedras existem, mas as palavras não são pedras para você! Muito bom!

Maris Figueiredo disse...

Obrigada, Tarciso!!!
bjs